domingo, maio 06, 2007

"Rota Neolitica", IV, Orca dos Padroes!

Anta ou Orca dos Padroes!

Tambem situada na freguesia da Cunha Baixa, concelho de Mangualde, aqui temos o que resta deste monumento megalitico.

E interessante que na nossa regiao, estes monumentos tanto sao identificados, por Antas, Orcas, Casas da Orca, ou Dolmens!


Desculpe a subtracao amigo Tavares: http://neoarqueo.blogspot.com/ ,mas creio que os fins desculpam os meios!

7 comentários:

Maria disse...

Tenho passado por aqui para ver estas pedras.
Que eu conheço, e de que gosto. Acho que são pedras que falam...

Digo-te aqui, e não no meu blog por razões muito minhas, que não poderia fazer um post alusivo ao dia da mãe. Porque me dói muito, já, e nos dois sentidos....

Um abraço forte

Opintas/Bernardo disse...

Nem sempre.
Boa noite.

Eduquês disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Tozé Franco disse...

Manhualde está rodeao de muita e bonitas antas ou dolmenes.
Gosto muito de Mangualde pois foi aí que comecei a trabalhar há muitos anos atrás.
Então e os pastéis de feijão do PAtronato? Que delícia!

TSFM disse...

Amigo Al, se desculpo a subtracção?!! Eu agradeço-lhe muito em estar a fazer esta divulgação. Sobretudo, claro está aos monumentios megalíticos, bem como ao Neoarqueo. Não se esqueça da anta do Com, lá pelas bandas de Castendo. Um abraço amigo.

A. João Soares disse...

Embora não se devam alimentar saudosismos exagerados(!!!), é bom conhecer o passado e e ficar a saber que a vida nem sempre foi como é agora. Há muitos jovens que ignoram o passado, mesmo recente. Há pouco tempo perguntei a um colaborador se sabia como antes das fotocópias se faziam cópias de papeis. Ignorava muita coisa relativamente recente.
Mas a orcas, ou antas ou dólmens têm muito a ensinar sobre a vida em tempos pré-históricos e a ligação do homem à terra e ao além.
Continue estes actos didácticos.
Um abraço

asn disse...

Nunca é de mais aproveitarmos todos as oportunidades para mostrarmos que, na maioria, estamos interessados em preservar todos os vestígios que nos possam lembrar que o Homem actual é um "produto em curso de fabrico", que muito deve aos seus antecessores e muitas obrigações tem para com os vindouros.
Haja divulgação! Haja informação! Eduque-se no sentido de incutir nas novas gerações que "as coisas não aparecem já feitas por obra e graça do divino Espírito santo".
Um grande abraço, AL
António