Li com tristeza que o meu concelho entre outros, vai perder o Servico de Atendimento Permanente no Centro de Saude, recentemente construido. Esta noticia ja nao e surpresa para mim, sabendo eu das medidas economissistas que este (des)governo, tem estado a tomar ultimamente.
O que me surpreende e o conformismo que eu vejo, por parte dos cada vez menos residentes do meu municipio, mas e principalmente a apatia da autarquia camararia, que me surpreende mais. Pois em minha humilde opiniao, deveria ao menos oferecer alguma resistencia a estes encerramentos, a semelhanca de outras autarquias nossas vizinhas!
Sei muito bem que o meu municipio e pequeno, mas tambem sei que com estas e outras medidas semelhantes, ainda vai ficar menor de habitantes e tambem de ideias e vontades, (ate parece que existe medo de que a populacao aumente!). Acontece que pelo bem ou pelo mal, estamos a meio do caminho entre a Guarda e Viseu com outro municio entre meio para cada lado, tambem eles sem urgencias durante a noite. Sei ainda que devido a localizacao de Fornos de Algodres junto a A25, talvez se justificasse alguma emergencia entre as duas cidades mencionadas. E tambem sei que devido a sua centralidade, Fornos pode prestar servicos a grandes franjas de outros concelhos circundantes pela sua proximidade. Por isso esperava ao menos alguma resistencia por parte da Camara Municipal, mas nao, ja se contentam se o governo mantiver aberta a emergencia ate as 24 horas, que tristeza, ate no pedir somos pobres!
E o povo da minha terra segue feliz e contente, nao ha trabalhos, nao ha escolas, nao ha emergencias nocturnas, provavelmente nao havera tribunal, nao havera notario (por falta de gente interessada em candidatar-se) nao ha vontades nem ideias e, tambem cada vez ha menos gente.
Temos edificios construidos recentemente, para os varios servicos, que brevemente estaram fechados, entao para que se lutou tanto para construi-los???
quarta-feira, novembro 29, 2006
segunda-feira, novembro 27, 2006
TODO O TERRENO a norte da "ESTRELA" em bicicleta
Organizado pelo INATEL (seccao da Guarda) municipio de Fornos de Algodres e pelo Esgalhada Clube de TT, vai realizar-se uma prova ciclistica de todo o terreno, por "Terras de Algodres" e pela encosta norte da nossa "Estrela" (a serra).
Sera nos dias 1 e 2 de Dezembro proximos.
Consultem o programa no site do municipio de Fornos e passem uns dias agradaveis em natureza cheios de aventura, com muito patrimonio arqueologico e historico a mistura.
Sera nos dias 1 e 2 de Dezembro proximos.
Consultem o programa no site do municipio de Fornos e passem uns dias agradaveis em natureza cheios de aventura, com muito patrimonio arqueologico e historico a mistura.
sábado, novembro 25, 2006
E porque nao condominios de luxo???
Vi e ouvi hoje um programa que referia uma empresa imobiliaria, cuja finalidade principal era a construcao projectos de habitacao, para gente reformada normalmente de paises do norte da Europa e ilhas britanicas.
Nesse mesmo programa referia que projectos do genero, ja existem bastantes no sul, mas que no norte ainda poucos se implementaram.
Ora isto veio-me lembrar, que o que se aplicava para residencias de terceira idade ou lares de qualidade, (Paisagens deslumbrantes, boas acessibilidades, ares despoluidos, etc, etc,) tambem se aplica para esta area de actividade.
Os nossos autarcas, em vez de se queixarem que isto esta mau e que ninguem faz nada por nos, haveriam de lembrar-se que oportunidades existem, ideias e que por vezes nao, ou se as ha nao sao implementadas.
Uma coisa podem todos estar certos, se nao for-mos nos a lutar pelas coisas, nao seram os outros a faze-lo.
Mercado para este tipo de iniciativas existe, assim haja vontade de lutar contra o marasmo.
Nesse mesmo programa referia que projectos do genero, ja existem bastantes no sul, mas que no norte ainda poucos se implementaram.
Ora isto veio-me lembrar, que o que se aplicava para residencias de terceira idade ou lares de qualidade, (Paisagens deslumbrantes, boas acessibilidades, ares despoluidos, etc, etc,) tambem se aplica para esta area de actividade.
Os nossos autarcas, em vez de se queixarem que isto esta mau e que ninguem faz nada por nos, haveriam de lembrar-se que oportunidades existem, ideias e que por vezes nao, ou se as ha nao sao implementadas.
Uma coisa podem todos estar certos, se nao for-mos nos a lutar pelas coisas, nao seram os outros a faze-lo.
Mercado para este tipo de iniciativas existe, assim haja vontade de lutar contra o marasmo.
sexta-feira, novembro 17, 2006
Toca a florestar o Monte do Crasto

Ja tinha lido no blog: "O Cantaro Zangado" (link aqui) e agora tambem no: "Coroas de Pinho" (link no judeus em terras de Algodres) e, noutros sitios que agora me nao vem a memoria, sobre o programa "Um milhao de carvalhos pra a Serra da Estrela".
Isto fez-me lembrar o "meu" Monte do Crasto, ou de S.Tiago, junto a muito querida aldeia de Vila Cha, mas ja incluido na freguesia de Figueiro da Granja, que eu conheci totalmente coberto de arvores.
Nesses tempos ainda nao tao distantes, que os varios incendios pelaram completamente, a maior parte das arvores ai implantadas eram os pinheiros bravos, embora se pudessem ainda ver tambem, alguns carvalhos negrais autocones que aquelas arvores resinosas vieram substituir.
Ora sendo a maior parte desse monte "baldio" e portanto propriedade da junta de freguesia, nao haveria muita dificuldade em implementar tambem ai uma campanha semelhante.
Eu sou a favor da sementeira de carvalhos negrais no Monte do Crasto, e voces?
Ps: a foto foi "roubada" do: "Coroas de Pinho"
quinta-feira, novembro 16, 2006
quarta-feira, novembro 15, 2006
"As manias" o convite!
Fui convidado pelo meu amigo Toze Franco, do "blog": http://historiasesabores.blogspot.com (meus links) para divulgar cinco manias minhas, (agora e que vao ver, que eu nao presto mesmo) enquanto tenho que pedir a cinco outros amigos para fazerem o mesmo.
As manias aqui vao:
1- Regionalista convicto, contra ventos e mares em defeza da "nossa Beira" e das "terras de Algodres"
2- Falador em demasia, se me deixarem monopolizo as conversas todas.(esta e bem ma creio!)
3- De vir a "Net" todos os dias (ou quase).
4- Da limpeza (esta nao e assim tao ma penso eu)
5- Da organizacao (uma organizacao desorganizada)
Estes sao as minhas vitimas:
O Joaquim do "Rei Wamba"
O Luiz Pina de Fornos.
O Lopes do "observatorio"
O Tavares do "Neoarqueo"
O Nuno do "Beira Medieval"
Embora seja "obrigatorio" fica a descricao de cada um seguir esta "onda", ou nao vivamos em democracia.
As manias aqui vao:
1- Regionalista convicto, contra ventos e mares em defeza da "nossa Beira" e das "terras de Algodres"
2- Falador em demasia, se me deixarem monopolizo as conversas todas.(esta e bem ma creio!)
3- De vir a "Net" todos os dias (ou quase).
4- Da limpeza (esta nao e assim tao ma penso eu)
5- Da organizacao (uma organizacao desorganizada)
Estes sao as minhas vitimas:
O Joaquim do "Rei Wamba"
O Luiz Pina de Fornos.
O Lopes do "observatorio"
O Tavares do "Neoarqueo"
O Nuno do "Beira Medieval"
Embora seja "obrigatorio" fica a descricao de cada um seguir esta "onda", ou nao vivamos em democracia.
segunda-feira, novembro 13, 2006
CIDADES e VILAS e suas incongruencias
Recentemente foram elevadas a cidade tres vilas do actual distrito da Guarda; Trancoso, Meda e Sabugal. Em minha modesta opiniao era melhor ser uma boa vila, que uma fraca cidade, mas nem toda a gente pensa como eu, felizmente (ou nao).
Dessas tres, mas isto digo eu, so talvez Trancoso estaria mais proximo dos meus parametros para ser cidade. No que toca as outras duas e sao terras que conheco bem,
nem pela populacao residente, nem por outros motivos deveriam ser cidades. Creio ate, que Celorico da Beira ate cumprira mais "items" para o ser do que aquelas.
Agora vejamos; brevemente vamos ter cidades que nao tem servico de urgencia de saude, que provavelmente perderam os seus tribunais, ou ficaram com categoria inferior, tem pouco mais que 2000 habitantes, etc. Digam-me la se isto e que deve ser uma cidade?
Ja no que toca a vilas, vou agora referir-me a minha: Fornos de Algodres, estou convicto de que para ser uma terra com prestigio, seja ela cidade ou vila deve pautar-se por algumas coisas basicas. Por isso vou enumerar algumas coisas que se deveriam fazer na vila de Fornos, para dessa forma poder passar a considerar-se uma vila media e nao continuar a ser uma vila-aldeia, como ja algumas pessoas escreveram.
- Toponomia; Existem contruidas ha ja para cima de dez anos, varias ruas e avenidas na chamada Zona Sul e no Bairro das Capelas, ha muito a necessitar de que lhe deem um nome. Queria sugerir nesta area, que os toponimos dados a essas arterias, reflectissem personalidades concelhias ou de alguma forma ligadas ao concelho, que para nao causar embaracos devem ser ja falecidas, ou entao figuras nacionais. Quando isso for feito nao esquecer tambem a colocacao de numeros de policia.
- Placas identificativas; Deveriam ser colocadas uma a seguir a curva de Peromoniz e outra ao Linheiro porque e ai realmente comeca a vila, outra deveria ser colocada antes da rotunda da Quinta do Alemao, vindo da A25.
- Para alem do mercado passar a ser pelo menos semanal como ja sugeri, deveria continuar a ter cinema, como ja teve e tambem ter uma agenda, com outro tipo de espectaculos culturais, pois se nada disso se faz, para que serve o auditorio da APSCDFA, (que nome comprido, por isso coloquei so as iniciais) inaugurado a poucos anos.
Virei outro dia dar mais algumas dicas, por agora chega.
Dessas tres, mas isto digo eu, so talvez Trancoso estaria mais proximo dos meus parametros para ser cidade. No que toca as outras duas e sao terras que conheco bem,
nem pela populacao residente, nem por outros motivos deveriam ser cidades. Creio ate, que Celorico da Beira ate cumprira mais "items" para o ser do que aquelas.
Agora vejamos; brevemente vamos ter cidades que nao tem servico de urgencia de saude, que provavelmente perderam os seus tribunais, ou ficaram com categoria inferior, tem pouco mais que 2000 habitantes, etc. Digam-me la se isto e que deve ser uma cidade?
Ja no que toca a vilas, vou agora referir-me a minha: Fornos de Algodres, estou convicto de que para ser uma terra com prestigio, seja ela cidade ou vila deve pautar-se por algumas coisas basicas. Por isso vou enumerar algumas coisas que se deveriam fazer na vila de Fornos, para dessa forma poder passar a considerar-se uma vila media e nao continuar a ser uma vila-aldeia, como ja algumas pessoas escreveram.
- Toponomia; Existem contruidas ha ja para cima de dez anos, varias ruas e avenidas na chamada Zona Sul e no Bairro das Capelas, ha muito a necessitar de que lhe deem um nome. Queria sugerir nesta area, que os toponimos dados a essas arterias, reflectissem personalidades concelhias ou de alguma forma ligadas ao concelho, que para nao causar embaracos devem ser ja falecidas, ou entao figuras nacionais. Quando isso for feito nao esquecer tambem a colocacao de numeros de policia.
- Placas identificativas; Deveriam ser colocadas uma a seguir a curva de Peromoniz e outra ao Linheiro porque e ai realmente comeca a vila, outra deveria ser colocada antes da rotunda da Quinta do Alemao, vindo da A25.
- Para alem do mercado passar a ser pelo menos semanal como ja sugeri, deveria continuar a ter cinema, como ja teve e tambem ter uma agenda, com outro tipo de espectaculos culturais, pois se nada disso se faz, para que serve o auditorio da APSCDFA, (que nome comprido, por isso coloquei so as iniciais) inaugurado a poucos anos.
Virei outro dia dar mais algumas dicas, por agora chega.
sexta-feira, novembro 10, 2006
Ideias para "FORNOS" III
Deixando de lado a parte turistica, coisa a que voltarei brevemente, vou hoje debrucar-me a uma area que ja em tempos aflorei noutros "sitios".
Li ha algum tempo num "blog" humuristico, uma anedota que supostamente foi proferida pelo poeta Bocage, (e tudo atribuido a ele) que era mais ou menos assim: Perguntava um individuo a outro, entao para onde vais? Vou para Fornos de Algodres. Porque? "Porque e uma terra muito saudavel, tao saudavel que para inaugurarem o cemiterio, tiveram que matar uma pessoa!"
Isto ate tem uma certa graca e tem muito de verdade, felizmente por ca consegue-se atingir idades avancadas; ainda ate a pouco tempo ca residia o homem mais idoso de Portugal. No entanto nao conheco nenhum registo de morte para inaugurar o cemiterio. Mas de facto, temos ares saudaveis e despoluidos e tambem um micro-clima excelente.
Ora o tema que queria aflorar e o das residencias para gente da terceira idade "vulgo velhos". Todos sabemos que a quantide de gente reformada (ou retirada da vida activa, como mais propriamente se identifica neste pais onde resido) e ja grande e com tendencia a aumentar, em tempos proximos e por muitos anos. Tambem e sabido que tem havido algum investimento nesta area. Mas o que eu proponho e a construcao, ou melhor ainda a reconstrucao de edificios ja existentes, dedicados a ser residencia ou lares de qualidade media-superior para gente de mais posses financeiras.
Isso iria trazer dinheiro a nossa regiao, iria criar trabalhos para gente jovem qualificada e fixar residentes nas nossas terras.
Podemos oferecer belezas naturais, sossego, historia, bons ares saudaveis e despoluidos, o excelente micro-clima da nossa terra quente e as boas para nao dizer excelentes, ligacoes ferroviarias e rodoviarias, para um investimento de retorno garantido e duradoiro.
A camara municipal deveria "promover" este tipo de investimento e ajudar desborucratizando e ajudando tecnicamente neste tipo de projectos, com eles potenciando a restauracao de predios ou quintas abandonadas (ou quase) por exemplo.
Sou de opiniao que o papel das autarquias, e muito mais criar condicoes para o desenvolvimento, com investimentos de qualidade para proporcionar empregos, do que elas proprias serem o empregador-mor, dos pequenos concelhos como o nosso.
Li ha algum tempo num "blog" humuristico, uma anedota que supostamente foi proferida pelo poeta Bocage, (e tudo atribuido a ele) que era mais ou menos assim: Perguntava um individuo a outro, entao para onde vais? Vou para Fornos de Algodres. Porque? "Porque e uma terra muito saudavel, tao saudavel que para inaugurarem o cemiterio, tiveram que matar uma pessoa!"
Isto ate tem uma certa graca e tem muito de verdade, felizmente por ca consegue-se atingir idades avancadas; ainda ate a pouco tempo ca residia o homem mais idoso de Portugal. No entanto nao conheco nenhum registo de morte para inaugurar o cemiterio. Mas de facto, temos ares saudaveis e despoluidos e tambem um micro-clima excelente.
Ora o tema que queria aflorar e o das residencias para gente da terceira idade "vulgo velhos". Todos sabemos que a quantide de gente reformada (ou retirada da vida activa, como mais propriamente se identifica neste pais onde resido) e ja grande e com tendencia a aumentar, em tempos proximos e por muitos anos. Tambem e sabido que tem havido algum investimento nesta area. Mas o que eu proponho e a construcao, ou melhor ainda a reconstrucao de edificios ja existentes, dedicados a ser residencia ou lares de qualidade media-superior para gente de mais posses financeiras.
Isso iria trazer dinheiro a nossa regiao, iria criar trabalhos para gente jovem qualificada e fixar residentes nas nossas terras.
Podemos oferecer belezas naturais, sossego, historia, bons ares saudaveis e despoluidos, o excelente micro-clima da nossa terra quente e as boas para nao dizer excelentes, ligacoes ferroviarias e rodoviarias, para um investimento de retorno garantido e duradoiro.
A camara municipal deveria "promover" este tipo de investimento e ajudar desborucratizando e ajudando tecnicamente neste tipo de projectos, com eles potenciando a restauracao de predios ou quintas abandonadas (ou quase) por exemplo.
Sou de opiniao que o papel das autarquias, e muito mais criar condicoes para o desenvolvimento, com investimentos de qualidade para proporcionar empregos, do que elas proprias serem o empregador-mor, dos pequenos concelhos como o nosso.
quarta-feira, novembro 08, 2006
Fornos de Algodres - Ideias II
Como tenho que comecar por algo, hoje vou dar algumas ideias que a ser implementadas, poderiam complementar muito do que a autarquia tem feito, (e muito mais poderia fazer) para promover turistica e comercialmente o nosso municipio.
Primeiramente e porque a primeira impressao e a mais importante, teria que se investir mais na forma de como os estabelecimentos e organismos (poucos com qualidade) deveriam postar-se no atendimento ao publico.
- Posto de turismo; Aberto todos os dias (sem excepcao) e com horarios alargados especialmente no verao, em dias de efemeride, sabados e domingos, podendo ate abrir menos horas diarias, sendo elas mais de acordo com a possivel visita de turistas e nao necessariamente horario de funcionario publico.
- CHIAFA - Museu arqueologico; Idem, aspas, aspas....
- Comercio de restauracao e cafes; Horarios liberais mas com abertura aos sabados e domingos, podendo ate entre os varios da zona central, haver algum entendimento para uns abrirem uns dias uns, outros dias outros. Parte destas iniciativas podiam e deviam partir da associacao de comerciantes, mas devia ter sempre a abertura e enquadramento da camara.
- Comercio geral; Uma das maneiras de trazer gente ate a vila das povoacoes vizinhas e nao so, e portanto proporcionar vida e negocios, era uma abertura do comercio em geral com horarios liberais, havendo necessariamente aberturas aos sabados e domingos. (sei que a medida pode ser polemica e que ao principio nao tera muitos aderentes, mas quando comecarem a ver a diferenca em negocio, outros abriram e sera bom para todos, esta medida podera potenciar alguns empregos extra. Alem disso nao faz sentido nenhum, termos que deslocar-nos a uma freguesia de um concelho proximo quando e necessario algo a um sabado a tarde ou domingo.)
- Feira-mercado; em minha humilde opiniao ja ha muito tempo que o mercado quizenal deveria ter passado a semanal, embora e principalmente a feira do queijo, (que cada vez tem menos vendedores) continua-se a ser quinzenal, o mercado deveria ser semanal, ou ate duas ou trez vezes por semana. Com isto haveria um incentivo tal como acontece em terras vizinhas para a re-ativacao das hortas, e a venda de productos frescos, que teriam e deveriam ser organicos, seria uma fonte de receita tanto para os pequenos agricultores, como para a camara. (mas nisto e em principio, a camara teria que ser generosa e dar acesso livre e graciosamente, para incentivar estes negocios).
Por hoje fico-me por aqui, para dar aos possiveis leitores e ate quem sabe aos possiveis modificadores de situacao, tempo para digerirem as minhas ideias que ate nao sao novas, mas que parece que precisamente por serem antigas, ja cairam no olvido.
Primeiramente e porque a primeira impressao e a mais importante, teria que se investir mais na forma de como os estabelecimentos e organismos (poucos com qualidade) deveriam postar-se no atendimento ao publico.
- Posto de turismo; Aberto todos os dias (sem excepcao) e com horarios alargados especialmente no verao, em dias de efemeride, sabados e domingos, podendo ate abrir menos horas diarias, sendo elas mais de acordo com a possivel visita de turistas e nao necessariamente horario de funcionario publico.
- CHIAFA - Museu arqueologico; Idem, aspas, aspas....
- Comercio de restauracao e cafes; Horarios liberais mas com abertura aos sabados e domingos, podendo ate entre os varios da zona central, haver algum entendimento para uns abrirem uns dias uns, outros dias outros. Parte destas iniciativas podiam e deviam partir da associacao de comerciantes, mas devia ter sempre a abertura e enquadramento da camara.
- Comercio geral; Uma das maneiras de trazer gente ate a vila das povoacoes vizinhas e nao so, e portanto proporcionar vida e negocios, era uma abertura do comercio em geral com horarios liberais, havendo necessariamente aberturas aos sabados e domingos. (sei que a medida pode ser polemica e que ao principio nao tera muitos aderentes, mas quando comecarem a ver a diferenca em negocio, outros abriram e sera bom para todos, esta medida podera potenciar alguns empregos extra. Alem disso nao faz sentido nenhum, termos que deslocar-nos a uma freguesia de um concelho proximo quando e necessario algo a um sabado a tarde ou domingo.)
- Feira-mercado; em minha humilde opiniao ja ha muito tempo que o mercado quizenal deveria ter passado a semanal, embora e principalmente a feira do queijo, (que cada vez tem menos vendedores) continua-se a ser quinzenal, o mercado deveria ser semanal, ou ate duas ou trez vezes por semana. Com isto haveria um incentivo tal como acontece em terras vizinhas para a re-ativacao das hortas, e a venda de productos frescos, que teriam e deveriam ser organicos, seria uma fonte de receita tanto para os pequenos agricultores, como para a camara. (mas nisto e em principio, a camara teria que ser generosa e dar acesso livre e graciosamente, para incentivar estes negocios).
Por hoje fico-me por aqui, para dar aos possiveis leitores e ate quem sabe aos possiveis modificadores de situacao, tempo para digerirem as minhas ideias que ate nao sao novas, mas que parece que precisamente por serem antigas, ja cairam no olvido.
sábado, novembro 04, 2006
Que futuro para "FORNOS" I
Li ha dias com alguma apreencao, uma fraze que foi proferida pelo vice-presidente da autarquia fornense, que foi a seguinte: ..." se poderes viver na vila nas vivas na aldeia, se poderes viver na cidade nao vivas na vila"....
Noto nesta afirmacao muito derrotismo, muito desalento e pouca vontade se lutar contra as adversidades.
Porque tera sido que o municipio de Fornos de Algodres, em cinquenta anos perdeu mais de metade da sua populacao?
Eu e todos os la nasceram e residem sabem muito bem, porque enquanto durante mais de duas decadas concelhos nossos vizinhos se desenvolveram e progrediram, o nosso deixou-se continuar a viver debaixo de glorias bacocas e passadas, de suas casas brasonadas e das suas gentes, que sendo as donas da propriedade, nunca nada fizeram e ate atrapalharam quem queria fazer.
Foi necessaria uma pequena revolucao dentro do partido de governo municipal, (o mesmo ha mais de tres decadas) para e muito devagar quase parando, se comecar a lutar contra esse "status quo", que ainda hoje ha gente que pretendo continuar.
Felizmente nestes ultimos dez anos, la se conseguiu inverter essa tendencia. Hoje sera talvez um dos municipios distritais, em que as pessoas tem melhores condicoes para viver. As freguesias tem agua (nao muito boa no verao) e saneamento basico, todas as aldeias tem boas estradas, existem electrificacoes ate em quintas desabitadas, na vila ha novas ruas e avenidas com bons predios e equipamentos de servicos, modernos e funcionais, temos uma ETAR e com ela se proteje melhor o nosso rio (o Mondego). Mas nao temos isso nao, e trabalhos para os nossos jovens, pois o municipio nao pode continuar a ser o maior empregador e a quase unica oportunidade, de trabalho concelhio.
Para que nos servem ter-mos bons servicos, se nao houver gente para os disfrutar?
Eu pela minha parte dispensava bem, uma rede de saneamento basico na minha aldeia natal, (cerca de noventa habitantes) por trabalhos para os seus residentes e das outras terras vizinhas, pelas redondezas. Entao quando ela estivesse novamente habitada, entao sim dota-la das necessarias comodidades.
Sei e louvo o esforco financeiro, que o municipio tem feito na promocao arqueologica e historia com vista a um turismo que se deseja, mas sera que e suficente? eu penso que nao, entretanto vamos perdendo gente e com ela ideias, ate o comboio perdemos literalmente falando.
Seguidamente irei referir-me a algumas ideias, (creio que boas) que me tem surgindo, para que nao digam que o meu discurso e unicamente derrotista, pois embora ja velho, de derrotista nao tenho nada e continuo a ver o copo meio cheio.
Noto nesta afirmacao muito derrotismo, muito desalento e pouca vontade se lutar contra as adversidades.
Porque tera sido que o municipio de Fornos de Algodres, em cinquenta anos perdeu mais de metade da sua populacao?
Eu e todos os la nasceram e residem sabem muito bem, porque enquanto durante mais de duas decadas concelhos nossos vizinhos se desenvolveram e progrediram, o nosso deixou-se continuar a viver debaixo de glorias bacocas e passadas, de suas casas brasonadas e das suas gentes, que sendo as donas da propriedade, nunca nada fizeram e ate atrapalharam quem queria fazer.
Foi necessaria uma pequena revolucao dentro do partido de governo municipal, (o mesmo ha mais de tres decadas) para e muito devagar quase parando, se comecar a lutar contra esse "status quo", que ainda hoje ha gente que pretendo continuar.
Felizmente nestes ultimos dez anos, la se conseguiu inverter essa tendencia. Hoje sera talvez um dos municipios distritais, em que as pessoas tem melhores condicoes para viver. As freguesias tem agua (nao muito boa no verao) e saneamento basico, todas as aldeias tem boas estradas, existem electrificacoes ate em quintas desabitadas, na vila ha novas ruas e avenidas com bons predios e equipamentos de servicos, modernos e funcionais, temos uma ETAR e com ela se proteje melhor o nosso rio (o Mondego). Mas nao temos isso nao, e trabalhos para os nossos jovens, pois o municipio nao pode continuar a ser o maior empregador e a quase unica oportunidade, de trabalho concelhio.
Para que nos servem ter-mos bons servicos, se nao houver gente para os disfrutar?
Eu pela minha parte dispensava bem, uma rede de saneamento basico na minha aldeia natal, (cerca de noventa habitantes) por trabalhos para os seus residentes e das outras terras vizinhas, pelas redondezas. Entao quando ela estivesse novamente habitada, entao sim dota-la das necessarias comodidades.
Sei e louvo o esforco financeiro, que o municipio tem feito na promocao arqueologica e historia com vista a um turismo que se deseja, mas sera que e suficente? eu penso que nao, entretanto vamos perdendo gente e com ela ideias, ate o comboio perdemos literalmente falando.
Seguidamente irei referir-me a algumas ideias, (creio que boas) que me tem surgindo, para que nao digam que o meu discurso e unicamente derrotista, pois embora ja velho, de derrotista nao tenho nada e continuo a ver o copo meio cheio.
segunda-feira, outubro 30, 2006
"SAP" nao, urgencias so para alguns!
Ja tinha prometido que voltaria a este tema, assim que o autocratico ministro Correia de Campos, publica-se o mapa das urgencias nacionais.
Podia referir-me a outros distritos, mas e porque sou oriundo da Guarda, a este me vou referir.
Prontos ja sei, somos do interior profundo, ja estamos desertificados e com tendencia a continuar,isto por ca da poucos votos e na maioria das vezes, nao e no partido do governo. Mas sera que os habitantes que resistem, nao mereciam por parte deste (des)governo, um pouquito mais sensibilidade e do espirito de coesao social, que tanto apregoam?
Vejamos portanto, vao manter-se urgencias na cidade-capital (tambem era melhor nao!) creio que em Seia (ainda nao tenho a certeza!) e cria-se uma nova urgencia em Vila Nova de Foz Coa, (na ponta norte do distrito!)
Se e verdade que Celorico relativamente perto da Guarda, Gouveia de Seia, Meda de Foz Coa e Manteigas da Guarda e Covilha, ate nao sao dos pior servidos. Ja o mesmo nao posso dizer de Aguiar da Beira, Trancoso, Fornos de Algodres e Sabugal, mas muito especialmente de Almeida, Pinhel e Figueira do Castelo Rodrigo.
Sera que de uma rede de Servicos de Atendimento Permanente "SAP", em numero de 16, (pelo menos) se tem que passar para 3 urgencias, nao havendo nenhum numero intermedio?
Todos sabemos, que a grande maioria dos medicos, nao quer viver no interior, tambem sabemos que o senhor ministro como medico, que nao quer ir contra a classe a que pertence. Mas quer-me parecer, que deveria ter um pouquito mais de decoro, ter em consideracao as populacoes envelhecidas e nao patrocinar ainda mais desertificacao.
Vejo tambem que nos tais estudos, nao foram tomadas em conta as aldeias mas unicamente as sedes concelhias, sabendo nos que algumas aldeias ja ficam destas, a dezenas de quilometros de distancia, muitas das vezes com estradas em mas condicoes.
Portanto nao me venha com essa de 30 minutos de distancia, que poderam convencer quem no litoral vive junto a autoestradas, mas que nos os do interior sabemos que nao e verdade.
Podera ser unicamente a minha imaginacao, mas esta coisa de no meu distrito, so colocar as urgencias so nas localidades com camaras socialistas, parece-me evidente demais!
Se realmente querem servir melhor a populacao, revejam este mapa de urgencias. Ou entao tenham coragem, e de uma vez, acabem com as aldeias e com todos os municipios pequenos. Mudamo-nos entao todos para as cidades tornando-nos assim o primeiro pais europeu totalmente urbano. Muito de acordo com a vontade da "socratissima persona", e do seu "xoxialista (des)governo!!!
Podia referir-me a outros distritos, mas e porque sou oriundo da Guarda, a este me vou referir.
Prontos ja sei, somos do interior profundo, ja estamos desertificados e com tendencia a continuar,isto por ca da poucos votos e na maioria das vezes, nao e no partido do governo. Mas sera que os habitantes que resistem, nao mereciam por parte deste (des)governo, um pouquito mais sensibilidade e do espirito de coesao social, que tanto apregoam?
Vejamos portanto, vao manter-se urgencias na cidade-capital (tambem era melhor nao!) creio que em Seia (ainda nao tenho a certeza!) e cria-se uma nova urgencia em Vila Nova de Foz Coa, (na ponta norte do distrito!)
Se e verdade que Celorico relativamente perto da Guarda, Gouveia de Seia, Meda de Foz Coa e Manteigas da Guarda e Covilha, ate nao sao dos pior servidos. Ja o mesmo nao posso dizer de Aguiar da Beira, Trancoso, Fornos de Algodres e Sabugal, mas muito especialmente de Almeida, Pinhel e Figueira do Castelo Rodrigo.
Sera que de uma rede de Servicos de Atendimento Permanente "SAP", em numero de 16, (pelo menos) se tem que passar para 3 urgencias, nao havendo nenhum numero intermedio?
Todos sabemos, que a grande maioria dos medicos, nao quer viver no interior, tambem sabemos que o senhor ministro como medico, que nao quer ir contra a classe a que pertence. Mas quer-me parecer, que deveria ter um pouquito mais de decoro, ter em consideracao as populacoes envelhecidas e nao patrocinar ainda mais desertificacao.
Vejo tambem que nos tais estudos, nao foram tomadas em conta as aldeias mas unicamente as sedes concelhias, sabendo nos que algumas aldeias ja ficam destas, a dezenas de quilometros de distancia, muitas das vezes com estradas em mas condicoes.
Portanto nao me venha com essa de 30 minutos de distancia, que poderam convencer quem no litoral vive junto a autoestradas, mas que nos os do interior sabemos que nao e verdade.
Podera ser unicamente a minha imaginacao, mas esta coisa de no meu distrito, so colocar as urgencias so nas localidades com camaras socialistas, parece-me evidente demais!
Se realmente querem servir melhor a populacao, revejam este mapa de urgencias. Ou entao tenham coragem, e de uma vez, acabem com as aldeias e com todos os municipios pequenos. Mudamo-nos entao todos para as cidades tornando-nos assim o primeiro pais europeu totalmente urbano. Muito de acordo com a vontade da "socratissima persona", e do seu "xoxialista (des)governo!!!
quarta-feira, outubro 25, 2006
Mapa do Concelho de Fornos de Algodres
segunda-feira, outubro 23, 2006
"A PROVOCACAO" ou ideias para a reorganizacao do territorio.
Sempre com o economissismo em mente e para poder levar adiante OTA's e TGV's, este governo presidido pela "socratissima persona", ja comecou a balbuciar uma reorganizacao do territorio, nela incluindo a extincao de concelhos e freguesias, que suas excelencias nos modernissimos gabinetes da capital, decidem que tem que obedecer a um certo numero de habitantes.
Ora eu que gosto de provocar discussao, gostaria que em vez de se extinguirem freguesias e concelhos, cegamente e com criterios baseados unicamente em numeros, se fizesse uma verdadeira regionalizacao e reorganizacao, corrigindo muitos dos erros cometidos em meados do seculo XIX.
Entao e aqui, que comeca a verdadeira provocacao, aos meus amigos das "Terras de Tavares, Azurara e Castendo", e nao so:
O que eu creio, que se deveria fazer a concelhos como o meu, (que qualquer pessoa concordara, nao estar geograficamente bem delineado), era nao extingui-los satisfazendo vontades alheias as populacoes residentes, era sim reorganiza-los agregando-lhes freguesias muito vizinhas, ou retirando para outros algumas mais longinquas, e que fossem mais proximas desses municipios.
Com isso prestava-se um muito melhor servico as populacoes, que e para isso que existem as autarquias.
Talvez existam pessoas ligadas ao passado, que sejam contrarias a este meu ponto de vista, mas podem crer, que os habitantes de outros concelhos, incluidos nesta minha ideia, teriam muitissimas mais vantagens que prejuizos, com esta modificacao a comecar pela distancia.
Talvez ate se pudessem e devessem incluir outras mais, mas o que eu advogo e a inclusao no municipio Fornos; de Varzea de Tavares e S. Joao da Fresta do concelho de Mangualde, Antas e Matela do de Penalva do Castelo e Vila Franca da Serra do de Gouveia, enquanto com Aguiar da Beira se faria uma troca entre Queiriz e Forninhos.
Para terminar, agora ja para os meus conterraneos, quero colocar a seguinte ideia: Se em todo o Portugal so existe uma unica vila sede de concelho, com o toponimo: "Fornos", para que e necessario o complemento "Algodres" nesta localidade?
Faria muito mais sentido esse complemento nas freguesias outrora pertencentes aquele antigo concelho, que tendo toponimos iguais a outras vizinhas, o podiam e deviam usar para se localizar e se identificarem melhor, exemplos: Cortico, Muxagata, Vila Cha e Maceira.
Por isso e simplificando, sou a favor de um "concelho de Fornos" mais coeso e central, sem o "Algodres", pois ate tinta se poupava, cada vez que tivesse de escrever-se este toponimo.
PS: (quer dizer "post scriptum", nao Partido Socialista!!!)
Esta entrada era para ser ilustrada com um mapa, mas devido a minha azelhice, nao o consegui colocar, ficara para uma proxima.
Ora eu que gosto de provocar discussao, gostaria que em vez de se extinguirem freguesias e concelhos, cegamente e com criterios baseados unicamente em numeros, se fizesse uma verdadeira regionalizacao e reorganizacao, corrigindo muitos dos erros cometidos em meados do seculo XIX.
Entao e aqui, que comeca a verdadeira provocacao, aos meus amigos das "Terras de Tavares, Azurara e Castendo", e nao so:
O que eu creio, que se deveria fazer a concelhos como o meu, (que qualquer pessoa concordara, nao estar geograficamente bem delineado), era nao extingui-los satisfazendo vontades alheias as populacoes residentes, era sim reorganiza-los agregando-lhes freguesias muito vizinhas, ou retirando para outros algumas mais longinquas, e que fossem mais proximas desses municipios.
Com isso prestava-se um muito melhor servico as populacoes, que e para isso que existem as autarquias.
Talvez existam pessoas ligadas ao passado, que sejam contrarias a este meu ponto de vista, mas podem crer, que os habitantes de outros concelhos, incluidos nesta minha ideia, teriam muitissimas mais vantagens que prejuizos, com esta modificacao a comecar pela distancia.
Talvez ate se pudessem e devessem incluir outras mais, mas o que eu advogo e a inclusao no municipio Fornos; de Varzea de Tavares e S. Joao da Fresta do concelho de Mangualde, Antas e Matela do de Penalva do Castelo e Vila Franca da Serra do de Gouveia, enquanto com Aguiar da Beira se faria uma troca entre Queiriz e Forninhos.
Para terminar, agora ja para os meus conterraneos, quero colocar a seguinte ideia: Se em todo o Portugal so existe uma unica vila sede de concelho, com o toponimo: "Fornos", para que e necessario o complemento "Algodres" nesta localidade?
Faria muito mais sentido esse complemento nas freguesias outrora pertencentes aquele antigo concelho, que tendo toponimos iguais a outras vizinhas, o podiam e deviam usar para se localizar e se identificarem melhor, exemplos: Cortico, Muxagata, Vila Cha e Maceira.
Por isso e simplificando, sou a favor de um "concelho de Fornos" mais coeso e central, sem o "Algodres", pois ate tinta se poupava, cada vez que tivesse de escrever-se este toponimo.
PS: (quer dizer "post scriptum", nao Partido Socialista!!!)
Esta entrada era para ser ilustrada com um mapa, mas devido a minha azelhice, nao o consegui colocar, ficara para uma proxima.
"UMA PROVOCACAO" Brevemente
Para os meus amigos das "Terras de Tavares e Azurara" e nao so, vai aparecer brevemente aqui uma pequena provocacao, ou nao, depende dos pontos de vista.
Aguardem pois.
Aguardem pois.
terça-feira, outubro 17, 2006
O ORCAMENTO E O INTERIOR
Ouvi ontem pela boca do senhor ministro das Financas, que no orcamento do estado para o ano de 2007, estao incluidas medidas diferenciais, para ajuda ao desenvolvimento do interior.
Fiquei agradado com esse anuncio, creio que tambem o ficaram, a maioria dos naturais e residentes destas areas do pais.
Embora nao tenha explicado quais, todos ficamos a espera, que mais uma vez as nossas esperancas nao sejam infundadas.
Assim, aguardam-se os proximos capitulos da novela, pela minha parte ficarei atento e expectante, embora como sou realista nao espere grande coisa. Seria bom para todos, que desta vez as promessas deixassem de ser isso: "Promessas".
Fiquei agradado com esse anuncio, creio que tambem o ficaram, a maioria dos naturais e residentes destas areas do pais.
Embora nao tenha explicado quais, todos ficamos a espera, que mais uma vez as nossas esperancas nao sejam infundadas.
Assim, aguardam-se os proximos capitulos da novela, pela minha parte ficarei atento e expectante, embora como sou realista nao espere grande coisa. Seria bom para todos, que desta vez as promessas deixassem de ser isso: "Promessas".
sexta-feira, outubro 13, 2006
SAUDE, MINISTRO e URGENCIAS
Assisti ontem na "Grande Entrevista"; programa da RPP, aos argumentos do senhor ministro da saude, acerca dos dois ultimos pontos polemicos do seu ministerio: As taxas "moderadoras" e as urgencias.
E disse aos argumentos, porque aquilo nao me pareceu uma entrevista, porque quem dominou a agenda das perguntas foi o entrevistado, mau grado as tentativas inteligentes de Judite de Sousa. O ministro pareceu-me prepotente, autista e convencido de ser o dono da razao.
Sobre o primeiro tema, primeiro, nem ela nem eu ficamos convencidos da bondade da medida, porque quando se coloca no mesmo patamar, quem ganha 600 Euros e 1500, ve-se logo que ai nao ha honestidade politica nem equidade, segundo e como bem tentou a entrevistadora dizer e o ministro nao a deixou, as pessoas que tem salarios de escaloes mais altos, normalmente tem seguros de saude e nao utilizam o SNS. Entao quem fica prejudicado e muito, e o cidadao medio-baixo, como sempre.
Quanto as urgencias, teoricamente ate posso concordar em alguns pontos com o ministro, sempre e quando as tais ambulancias e o pessoal a elas afecto, existam estejam realmente preparados para as verdadeiras emergencias. Mas a historia bem recente nos ensina, que o que se faz e encerrar os servicos existentes, com bons ou maus recursos e depois se houver verba, normalmente sempre escassa, se procedera a aquisicao e equipamento de ambulancias e se criarao as tais unidades de saude moveis.
Se realmente nao sao medidas economissistas, porque nao fazer precisamente o inverso e entao proceder aos encerramentos dos SAP desnecessarios?!
Tambem ca fico ansiosamente, a espera do mapa das urgencias previstas por este ministro, para a "nossa Beira" abandonada, para depois fazer o devido comentario. Entretanto nao espero nada de bom para variar.
E disse aos argumentos, porque aquilo nao me pareceu uma entrevista, porque quem dominou a agenda das perguntas foi o entrevistado, mau grado as tentativas inteligentes de Judite de Sousa. O ministro pareceu-me prepotente, autista e convencido de ser o dono da razao.
Sobre o primeiro tema, primeiro, nem ela nem eu ficamos convencidos da bondade da medida, porque quando se coloca no mesmo patamar, quem ganha 600 Euros e 1500, ve-se logo que ai nao ha honestidade politica nem equidade, segundo e como bem tentou a entrevistadora dizer e o ministro nao a deixou, as pessoas que tem salarios de escaloes mais altos, normalmente tem seguros de saude e nao utilizam o SNS. Entao quem fica prejudicado e muito, e o cidadao medio-baixo, como sempre.
Quanto as urgencias, teoricamente ate posso concordar em alguns pontos com o ministro, sempre e quando as tais ambulancias e o pessoal a elas afecto, existam estejam realmente preparados para as verdadeiras emergencias. Mas a historia bem recente nos ensina, que o que se faz e encerrar os servicos existentes, com bons ou maus recursos e depois se houver verba, normalmente sempre escassa, se procedera a aquisicao e equipamento de ambulancias e se criarao as tais unidades de saude moveis.
Se realmente nao sao medidas economissistas, porque nao fazer precisamente o inverso e entao proceder aos encerramentos dos SAP desnecessarios?!
Tambem ca fico ansiosamente, a espera do mapa das urgencias previstas por este ministro, para a "nossa Beira" abandonada, para depois fazer o devido comentario. Entretanto nao espero nada de bom para variar.
terça-feira, outubro 10, 2006
AGRADECIMENTO
Quero aqui expressar o meu sincero agradecimento, a minha amiga Maria Joao do "blog SULISTA", (meus links) pela gentileza de fazer um logotipo para os meus "blogs". Alem disso e como se isso nao basta-se, pela sua paciencia em ensinar-me em como coloca-lo. Esta coisa dos anos nao perdoa, e tendemos com eles, a perder certas capacidades, que provavelmente os jovens conservam ainda.
O meu muito sincero e bem beirao: BEM HAJA.
O meu muito sincero e bem beirao: BEM HAJA.
sexta-feira, outubro 06, 2006
a VELHICE ou os "COTAS"
Existem muitas coisas, que quando somos jovens nos nao preocupam, ou se preocupam, e so a uma minoria. Dentro dessas preocupacoes que nos passam ao largo, nos anos "loucos" da juventude, uma delas e mobilidade.
Ha muita gente que pensa, (muitos arquitectos incluidos) que a eliminacao das barreiras arquitectonicas, so e necessaria para os chamados deficientes.
Na realidade e uma ajuda preciosa, quando se chega a idades mais avancadas, pois e muito mais facil subir determinada altura por uma rampa, que por uma escada.
E certo que isso implica por parte dos engenheiros e arquitectos, usar um pouco mais da massa cinzenta que D*us nos deu. Mas se a usar-mos nao so nao envelhecemos mentalmente tao rapidamente, como normalmente encontram-se solucoes, que muitas das vezes ate sao mais economicas.
Vem esta minha entrada, devido ao facto de na minha vila de Fornos de Algodres, se terem realizado muitas obras publicas e privadas em tempos bem recentes, sem terem em consideracao a eliminacao das tais barreiras arquitectonicas.
Talvez a maior culpa seja dos arquitectos, mas e entao o dono das obras (Camara Municipal na maior parte) nao tem sempre a ultima palavra a dizer?
E o mais grave, e que existe legislacao aprovada e para cumprir, obrigando a eliminar as tais barreiras arquitectonicas. Ora se nem as camaras, que sao orgaos publicos executivos cumprem a lei, quem a vai cumprir?
Ha muita gente que pensa, (muitos arquitectos incluidos) que a eliminacao das barreiras arquitectonicas, so e necessaria para os chamados deficientes.
Na realidade e uma ajuda preciosa, quando se chega a idades mais avancadas, pois e muito mais facil subir determinada altura por uma rampa, que por uma escada.
E certo que isso implica por parte dos engenheiros e arquitectos, usar um pouco mais da massa cinzenta que D*us nos deu. Mas se a usar-mos nao so nao envelhecemos mentalmente tao rapidamente, como normalmente encontram-se solucoes, que muitas das vezes ate sao mais economicas.
Vem esta minha entrada, devido ao facto de na minha vila de Fornos de Algodres, se terem realizado muitas obras publicas e privadas em tempos bem recentes, sem terem em consideracao a eliminacao das tais barreiras arquitectonicas.
Talvez a maior culpa seja dos arquitectos, mas e entao o dono das obras (Camara Municipal na maior parte) nao tem sempre a ultima palavra a dizer?
E o mais grave, e que existe legislacao aprovada e para cumprir, obrigando a eliminar as tais barreiras arquitectonicas. Ora se nem as camaras, que sao orgaos publicos executivos cumprem a lei, quem a vai cumprir?
sábado, setembro 30, 2006
E O INTERIOR???
Tenho assistido ultimamente a uma inaccao, que em nada abona deste governo em favor do interior.
Primeiro encerra a Rhode em Pinhel, mandando para o desemprego centenas de pessoas, a seguir o projecto da Iberdrola que iria criar centenas de trabalhos no distrito da Guarda e cancelado, agora e a Jonhson Controls, que vai mandar para o desemprego cerca de mil trabalhadores, no distrito de Viseu e Portalegre.
Com tudo isto, nao vejo da parte do governo nenhuma accao positiva, para inverter esta situacao. No caso destes ultimos encerramentos nem sequer tinham conhecimento, entretanto muito se preocuparam com a Auto Europa e General Motors. Vejo tambem, que todos os investimentos previstos ultimamente, sao para o litoral ja em si superpovoado. Sera que o interior desertificado nao merece nenhum interesse por parte deste governo?
Todos sabemos que e na faixa litoral, que se encontra a maioria dos votos, com os quais esperam ganhar as proximas eleicoes, mas agora que temos boas ligacoes nao era tempo de haver alguma accao positiva em favor destas terras ha tanto tempo abandonadas?
Ou sera, que se fizeram as novas auto-estradas, para que os ainda por ca teimam em viver, possam mais rapidamente partir para o litoral, ou para o resto da Europa?
Primeiro encerra a Rhode em Pinhel, mandando para o desemprego centenas de pessoas, a seguir o projecto da Iberdrola que iria criar centenas de trabalhos no distrito da Guarda e cancelado, agora e a Jonhson Controls, que vai mandar para o desemprego cerca de mil trabalhadores, no distrito de Viseu e Portalegre.
Com tudo isto, nao vejo da parte do governo nenhuma accao positiva, para inverter esta situacao. No caso destes ultimos encerramentos nem sequer tinham conhecimento, entretanto muito se preocuparam com a Auto Europa e General Motors. Vejo tambem, que todos os investimentos previstos ultimamente, sao para o litoral ja em si superpovoado. Sera que o interior desertificado nao merece nenhum interesse por parte deste governo?
Todos sabemos que e na faixa litoral, que se encontra a maioria dos votos, com os quais esperam ganhar as proximas eleicoes, mas agora que temos boas ligacoes nao era tempo de haver alguma accao positiva em favor destas terras ha tanto tempo abandonadas?
Ou sera, que se fizeram as novas auto-estradas, para que os ainda por ca teimam em viver, possam mais rapidamente partir para o litoral, ou para o resto da Europa?
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